Após quatro anos desde a última eleição, o quadro político em Campo Grande sofreu significativas mudanças, refletidas nos personagens que buscam concorrer à prefeitura da capital sul-mato-grossense. Dos 14 candidatos da última disputa, apenas um permanece na corrida pelo executivo municipal neste ano.
Marquinhos Trad (PDT), que conquistou a eleição anterior pelo PSD com 218.418 votos (52,58%), não pode concorrer novamente, o que o exclui automaticamente da lista de postulantes. Dos 13 restantes, apenas o deputado João Henrique Catan (PL), oitavo colocado com 10.123 votos, almeja uma nova candidatura. No entanto, enfrenta desafios internos no PL e a possível concorrência da senadora Tereza Cristina (PP), que apoia Adriane Lopes (PP).
Outros candidatos proeminentes da última eleição não estarão na disputa deste ano. O promotor Sérgio Harfouche, segundo colocado com 48.094 votos (11,58%), teve sua candidatura indeferida por precisar renunciar ao cargo para concorrer. Pedro Kemp (PT), terceiro colocado com 34.546 votos (8,2%), não concorrerá, visto que o partido tem como pré-candidata a deputada federal Camila Jara.
Vinícius Siqueira (PSL), que ficou em quarto lugar com 34.066 votos (8,2%), também não participará da eleição. Seu partido, agora chamado União Brasil, terá Rose Modesto como candidata. Outros candidatos proeminentes, como Márcio Fernandes (MDB), Esacheu Nascimento (PP) e Marcelo Migliolli (Solidariedade), também não estarão na disputa deste ano.
Com a proximidade das eleições municipais, o cenário político em Campo Grande se redefine, sinalizando uma renovação na busca pela gestão municipal.
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*Com informações Investiga MS