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Polícia Civil prende investigado por mais de 30 crimes de estelionato em Campo Grande
A DEDFAZ – Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações, Falsificações, Falimentares e Fazendários – deu cumprimento, na quarta-...
30/01/2026 07h40
Por: WK Notícias Fonte: Polícia Civil - MS

A DEDFAZ – Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações, Falsificações, Falimentares e Fazendários – deu cumprimento, na quarta-feira (29), a mandado de prisão preventiva em desfavor de H.S.R., investigado pela prática de mais de 30 crimes de estelionato em Campo Grande, ocorridos em pouco mais de dois meses.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MS
As investigações tiveram início no começo do mês de janeiro, após diversas vítimas procurarem a Polícia Civil relatando terem sido lesadas pelo investigado, que se apresentava como proprietário de três estabelecimentos comerciais destinados à compra e venda de veículos na Capital.

Conforme apurado, omodus operandiconsistia em atrair pessoas interessadas em vender seus veículos, mediante a falsa promessa de que haveria compradores interessados. O investigado induzia as vítimas a entregar os automóveis sob o pretexto de que seriam submetidos a vistorias para liberação de cartas de crédito ou financiamentos. O pagamento, contudo, era reiteradamente postergado e jamais realizado.

Os veículos eram posteriormente repassados a terceiros, e o investigado se apropriava integralmente dos valores obtidos com as vendas, sem efetuar qualquer repasse às vítimas.

Diante do avanço das investigações, a autoridade policial da DEDFAZ/PCMS representou pela decretação da prisão preventiva de H.S.R., medida que contou com parecer favorável do Ministério Público e foi deferida pelo Poder Judiciário.

Na tarde desta quarta-feira, a equipe deu cumprimento ao mandado de prisão, após acordo de apresentação espontânea firmado entre os advogados do investigado e a autoridade policial da especializada.

As investigações prosseguem com o objetivo de reunir novos elementos de prova quanto à autoria, materialidade e destinação dos valores obtidos ilicitamente, visando à reparação dos danos às vítimas e à responsabilização criminal do investigado.