Mato Grosso do Sul voltou a ganhar protagonismo nacional sob a gestão do governador Eduardo Riedel ao alcançar posições de destaque no Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo CLP (Centro de Liderança Pública). O Estado aparece em segundo lugar no país no pilar de Capital Humano e lidera a Região Centro-Oeste no indicador de desigualdade de renda, reforçando a imagem de uma administração focada em resultados, planejamento e desenvolvimento social.
Os números colocam Mato Grosso do Sul em evidência em áreas consideradas estratégicas para o crescimento econômico sustentável. O desempenho no ranking mede fatores como qualificação profissional, formalização do emprego, produtividade e inclusão social — pontos que passaram a ser tratados como prioridade dentro da atual gestão estadual.
Nos bastidores do governo, os resultados são tratados como reflexo direto de uma política administrativa baseada em metas, gestão estratégica e integração entre secretarias. O modelo adotado pela administração estadual, inclusive, virou referência nacional durante o Congresso do Conseplan, em Brasília, onde Mato Grosso do Sul apresentou cases de governança e planejamento público.
Um dos pilares apontados como fundamentais para esse avanço é o fortalecimento da qualificação profissional. O Estado ampliou programas voltados à formação de mão de obra e integração ao mercado de trabalho, principalmente em setores que vivem forte expansão econômica, como celulose, bioenergia, agronegócio e tecnologia.
A gestão Riedel também vem apostando fortemente em políticas públicas voltadas à juventude. O lançamento do programa Juventude Plena, previsto para este mês em Campo Grande, deve reunir cerca de mil jovens em ações de formação, participação social e qualificação profissional.
A iniciativa reúne projetos já desenvolvidos pelo governo, como fortalecimento de grêmios estudantis, capacitação de lideranças juvenis, incentivo à participação cidadã e programas voltados à geração de renda e empregabilidade.
Além do investimento em capital humano, o governo estadual também tem adotado medidas rápidas em áreas sensíveis, como saúde pública. Em meio ao avanço da chikungunya em Dourados, a gestão publicou decreto concedendo isenção de ICMS para a doação de mais de 201 mil unidades de repelentes e protetores solares destinados ao enfrentamento da doença.
A medida reduziu custos tributários para agilizar a chegada dos produtos à população, reforçando uma estratégia de atuação integrada entre áreas fiscal, sanitária e social.
Nos corredores políticos, aliados do governador avaliam que os resultados fortalecem a imagem de uma administração técnica e organizada, especialmente em um momento em que o debate nacional sobre gestão pública ganha peso nas articulações para 2026.
O próprio modelo de governança implantado no Estado tem sido apresentado como diferencial. Os chamados “Contratos de Gestão”, usados para alinhar metas, execução e acompanhamento de resultados entre secretarias e órgãos estaduais, vêm sendo apontados como instrumento decisivo para melhorar a eficiência administrativa e acelerar entregas à população.
Enquanto muitos estados enfrentam dificuldades fiscais, aumento da desigualdade e crises em serviços públicos, Mato Grosso do Sul aparece consolidado entre os mais competitivos do país, sustentando indicadores positivos em áreas sociais, econômicas e de gestão pública.
O avanço nos rankings nacionais reforça não apenas o crescimento econômico do Estado, mas também a consolidação de um modelo de gestão que busca equilibrar desenvolvimento, responsabilidade fiscal e políticas sociais — marca que o governo Eduardo Riedel tenta transformar em vitrine administrativa para os próximos anos.