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Upskilling e reskilling ganham espaço nas estratégias de RH
Especialistas do eduhub explicam como desenvolver novas habilidades ou aprimorar competências existentes pode contribuir para a retenção de talentos, fortalecer o clima organizacional e preparar as equipes para acompanhar as mudanças do mercado de...
09/09/2026 16h38
Por: WK Notícias Fonte: Agência Dino

O avanço de tecnologias como inteligência artificial e automação tem alterado o conjunto de competências exigidas dos profissionais em ritmo acelerado. Segundo o Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, se a força de trabalho global fosse composta por cem pessoas, 59 precisariam passar por algum tipo de qualificação até 2030, seja para aprimorar habilidades já existentes, seja para migrar para funções totalmente novas. Nesse cenário, dois conceitos ganham espaço nas discussões de recursos humanos: upskilling e reskilling.

O upskilling consiste em aprofundar competências dentro de uma função que já existe na empresa, preparando o colaborador para lidar com novas ferramentas ou demandas dentro da mesma área. Já o reskilling envolve o desenvolvimento de habilidades diferentes das que o profissional já domina, geralmente voltadas para uma nova função ou para mudanças estruturais no negócio.

"O upskilling é ideal quando queremos aprimorar competências para uma função que já existe. O reskilling faz mais sentido quando precisamos preparar o colaborador para uma nova função ou para mudanças mais profundas no negócio", explica Joyce Guedes, head comercial do eduhub.

A ausência de programas voltados a esses dois formatos de capacitação pode custar caro às organizações. De acordo com levantamento da consultoria Gallup, empresas que priorizam o desenvolvimento de seus colaboradores registram até 23% mais lucratividade e conseguem reduzir em 21% a taxa de rotatividade de funcionários.

Um estudo global do LinkedIn, por sua vez, mostrou que 94% dos profissionais permaneceriam por mais tempo em companhias que oferecem programas consistentes de aprendizagem. "Deixar de investir no desenvolvimento dos colaboradores também tem um custo. Além do risco de perder bons profissionais, a empresa pode acabar buscando no mercado competências que poderia ter desenvolvido internamente", afirma Guedes.

Capacitação contínua como estratégia para reter talentos

Para além do impacto financeiro, a falta de qualificação contínua também afeta o clima organizacional. Quando os colaboradores não enxergam oportunidades de crescimento, tendem a se sentir estagnados, o que compromete o engajamento das equipes. Nesse contexto, cultivar uma cultura de aprendizado contínuo passa a ser tratado como estratégia de negócio, e não apenas como benefício isolado.

"Empresas mudam o tempo todo, e as competências precisam acompanhar esse movimento. Quando aprender faz parte da cultura, os colaboradores conseguem se adaptar mais rápido e a empresa fica mais preparada para os próximos desafios", pontua Amanda Galindo, head de marketing do eduhub.

Colocar upskilling e reskilling em prática, no entanto, esbarra em um desafio recorrente: encontrar opções de cursos e instituições compatíveis com a realidade de cada colaborador e com o orçamento da empresa. É nesse ponto que entram as plataformas de benefícios educacionais corporativos, que reúnem parceiros de diferentes áreas e níveis de ensino em um único ambiente.

"É justamente aí que o eduhub entra: reunimos mais de 15 mil opções de cursos, escolas e faculdades, em diferentes áreas e níveis de formação, permitindo que cada colaborador encontre a capacitação mais adequada ao seu momento profissional e às necessidades da empresa", diz Guedes.

Conforme Galindo, a escala da rede de parceiros é um dos fatores que viabiliza a adoção dessas estratégias por empresas de diferentes portes. "O eduhub entrega escala ao desenvolvimento profissional ao reunir mais de 15 mil opções de cursos e faculdades, em diferentes áreas e níveis de formação, com descontos de até 85% nas mensalidades. Entre nossos parceiros estão instituições como Anhanguera, Estácio, Ânima, CNA, ESPM, FIAP, Anhembi Morumbi e Wizard, o que amplia as possibilidades para diferentes perfis e necessidades de desenvolvimento dentro de uma mesma empresa", detalha.

Medir o retorno desse tipo de investimento também tem se tornado prioridade para os departamentos de RH. Entre os indicadores mais observados estão a taxa de retenção de talentos, o preenchimento de vagas internas por meio de promoções e a redução de custos com contratações externas. "Desenvolver pessoas também é uma estratégia de negócio. Quando a empresa consegue reter talentos, preencher posições internamente e ter equipes mais preparadas, o retorno do investimento em educação se torna claro", avalia Guedes.

À medida que o mercado de trabalho segue em transformação, a combinação entre upskilling e reskilling tende a se consolidar como parte da rotina de gestão de pessoas, e não apenas como resposta pontual a mudanças tecnológicas. Empresas que estruturam esse tipo de programa de forma contínua tendem a construir equipes mais preparadas para lidar com as próximas etapas de seus negócios.

Para mais informações, basta acessar: https://www.eduhub.com.br/