Sábado, 07 de Março de 2026
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Operação do Garras prende dois gerentes de banco que usaram dispositivo para furtar R$ 1 milhão de banco em Campo Grande

Os presos foram levados para a sede do Garras

11/12/2023 às 11h11
Por: Tatiana Lemes
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Durante a Operação Bypass deflagrada pelo Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros) prendeu dois gerentes que furtaram R$ 1 milhão e 300 mil. Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão e mandados de prisão temporária.

De acordo com a polícia, os dois pertencem a uma organização criminosa. O Centro Integrado de Operações de Fronteira, unidade vinculada à Coordenadoria Geral de Fronteiras e Amazônia da Diretoria Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública ajudaram com a identificação das digitais.

Os policiais cumpriram dois mandados de prisão temporária e mandados de busca e apreensão. Os policiais foram até o bairro Tiradentes e Buriti. O furto foi em agosto deste ano.

O gerente de um banco foi preso, em outubro deste ano, após um falso sequestro de furto a uma agência bancária. O sequestro forjado envolveu membros do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Sequestro armado

O terceiro envolvido no sequestro de um casal de bancários, disse, em depoimento no Garras, após a sua prisão no dia 11 de outubro, no bairro Nova Lima, em Campo Grande, disse que o crime teria sido planejado em São Paulo por membros da facção que eram especialistas em invadir computadores.

JS do PCC (Primeiro Comando da Capital) de início negou sua participação no crime, mas depois confessou que ele seria responsável por manter contato com os integrantes faccionados de São Paulo, e que conheceu um dos membros no Guarujá, quando foi até o estado paulista para comprar roupas. 

O membro da organização ainda revelou que o funcionário do banco conhecia um dos integrantes de longa data - El Tanque -, e que mantinham contato por e-mails funcionais do bancário, que teria sido cooptado pela organização criminosa para a participação no crime. 

JS do PCC disse ainda que o bancário ganharia com as ações criminosas e já, inclusive, teria mandado prints de telas de computadores da agência para o integrante da organização.

Conforme o depoimento, o bancário estava relutante em passar o cartão dele de acesso às contas bancárias, mas já havia revelado aos membros da organização a sua matrícula e tentando instalar um programa em seu computador para os autores terem acesso ao sistema do banco.

JS do PCC ainda revelou que também enviou e-mails para o bancário, mas era contra forjar o sequestro. 

O Garras foi em pelo menos dois bairros, no Tiradentes e no Buriti, e ainda conforme informações dois gerentes de bancos foram presos na deflagração da operação. O número de mandados cumpridos não foi divulgado.

Os presos foram levados para a sede do Garras. 

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*Com informações Midiamax

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