Sábado, 28 de Fevereiro de 2026
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AGU recorre ao STF para barrar leis que facilitam acesso a armas

Foram questionadas leis de Mato Grosso do Sul, Sergipe, do paraná, de Alagoas, do Espírito Santo (três normas), de Minas Gerais, Roraima e do município de Muriaé (MG)

19/12/2023 às 11h12
Por: Tatiana Lemes Fonte: Agência Brasil
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Foto: Reprodução
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Foi protocolado nesta segunda-feira (18) no STF (Supremo Tribunal Federal) pela AGU (Advocacia-Geral União) dez ações para suspender leis estaduais e municipais que facilitam o acesso a armas de fogo.

As ações são assinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo advogado-geral da União, Jorge Messias.

A AGU contesta a constitucionalidade das normas por entender cabe ao Congresso Nacional legislar sobre uso de armamento. Para o órgão, a Constituição não autoriza que estados e municípios legislem sobre a concessão de porte de arma de fogo.

Foram questionadas leis de Mato Grosso do Sul, Sergipe, do paraná, de Alagoas, do Espírito Santo (três normas), de Minas Gerais, Roraima e do município de Muriaé (MG).

As leis foram aprovadas entre 2018 e 2023 e tratam do reconhecimento da atividade de colecionadores, atiradores e caçadores (CACs), autorização de porte da arma para defensores públicos do Espírito Santo e para agentes socioeducativos e policiais científicos do estado.

O Supremo decidiu, em julho deste ano, manter a suspensão de decretos do ex-presidente Jair Bolsonaro que alteraram o limite da compra de munição por pessoas autorizadas a portar arma de fogo.

A suspensão dos decretos foi motivada por ações protocoladas pelos partidos PT e PSB e tratam dos decretos 9.846/2019 e 9.845/2019, além da Portaria Interministerial 1.634 de 22 de abril de 202º, norma sobre o limite da compra de munição por pessoas autorizadas a portar arma de fogo.

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