Sábado, 28 de Fevereiro de 2026
Publicidade

Haddad prevê regulamentação da reforma tributária no Congresso até abril

A nova data foi anunciada por Haddad durante um evento sobre o programa de Mobilidade Verde e Inovação

26/03/2024 às 10h53
Por: Tatiana Lemes
Compartilhe:
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O ministro da Economia, Fernando Haddad, estabeleceu uma nova data para enviar ao Congresso Nacional o texto de regulamentação da reforma tributária. Agora, o Ministério estima que o documento será entregue até o dia 15 de abril.

Anteriormente, o ministro havia estimado que o texto seria entregue até o final de março. A nova data foi anunciada por Haddad durante um evento sobre o programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), realizado no Palácio do Planalto nesta terça-feira (26).

“O importante para a indústria é saber qual Brasil está sendo preparado para ela, é um Brasil amigo da indústria e da exportação, podemos nos tornar uma plataforma de exportação industrial a partir da reforma tributária e ecológica”, disse.

Ao término de 2023, o Congresso aprovou a reforma tributária, representando uma grande conquista para o governo. No entanto, ainda há pontos a serem regulamentados, e o texto necessita ser submetido novamente ao Legislativo.

Haddad também mencionou a possibilidade de um aumento de 20% na produção de automóveis no país até o próximo ano. "Não há motivo para que isso não aconteça", afirmou.

Com o evento de hoje, o ministro destacou que se inicia a "construção de um futuro coerente para o Brasil. O exemplo apresentado hoje serve como modelo do que pode ser implementado em outros setores da economia com igual eficiência".

Receba as principais notícias do Brasil pelo WhatsApp. Clique aqui para entrar na lista VIP do WK Notícias. 

*Com informações Metrópoles

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro
Política Há 3 meses Em Brasil

Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro

A manutenção da prisão preventiva de Jair Bolsonaro expôs um movimento preocupante: a substituição de fatos por suposições como base para decisões judiciais. Mesmo após esclarecer tecnicamente a questão da tornozeleira e negar qualquer intenção de fuga, a audiência de custódia tratou cenários hipotéticos como verdades consolidadas. O resultado é uma medida extrema sustentada mais pelo ambiente político e midiático do que por elementos concretos.
A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro
Política Há 3 meses Em Brasil

A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro

Enquanto manchetes repetem uma versão simplificada, os documentos, a cronologia e o silêncio sobre relações sensíveis revelam que a tornozeleira pode ter sido apenas o álibi conveniente para uma decisão já tomada.
O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?
Política Há 3 meses Em Brasil

O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?

Enquanto o debate nacional se concentra na tornozeleira de Bolsonaro, relações profissionais sensíveis entre parentes do ministro do STF e um grande banqueiro seguem intocadas. É apenas coincidência — ou parte de uma cortina de fumaça muito conveniente?
 Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.
BANCO MASTER Há 3 meses Em Brasil

Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.

Após a prisão do controlador do Banco Master e a liquidação da instituição pelo Banco Central, veio à tona que o ex-presidente Michel Temer foi contratado pelo banco para tentar negociar uma solução com o BC. O escândalo levou ao afastamento da cúpula do BRB, alimentou pedidos de CPI e pode ampliar o desgaste político para Celina Leão e Ibaneis Rocha no DF.