Sexta, 02 de Janeiro de 2026

Marçal "se declara" para Malafaia após conflito por trio elétrico no ato contra Moraes

Ex-coach e pastor trocam farpas nas redes sociais após desentendimento durante manifestação na Avenida Paulista

10/09/2024 às 11h59
Por: Tatiana Lemes
Compartilhe:
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A disputa entre o ex-coach Pablo Marçal (PRTB) e o pastor Silas Malafaia sobre o ato em defesa do impeachment do ministro Alexandre de Moraes do STF ganhou novos contornos nesta segunda-feira (9). A rixa teve destaque nas redes sociais, especialmente no Instagram, onde Malafaia publicou um vídeo criticando Marçal.

O conflito começou quando Marçal foi impedido de subir no trio elétrico de Malafaia durante a manifestação na Avenida Paulista. O ex-coach alegou que chegou tarde ao ato devido a uma viagem a El Salvador e reclamou publicamente sobre o impedimento, o que gerou uma resposta dura de Bolsonaro, que o acusou de tentar "fazer palanque" às custas do trabalho dos outros.

No vídeo, Malafaia atacou Marçal, insinuando que ele tinha interesses pessoais no evento e questionando sua presença tardia com comentários duros sobre possíveis motivos ocultos. "Ou tem acordo, ou tem medo de Moraes", disparou o pastor.

Marçal respondeu à crítica de Malafaia de maneira irônica, comentando na postagem com uma “declaração” que parecia mais uma provocação do que um real afeto. “Eu continuo te amando, mesmo você tendo ódio da minha pessoa”, escreveu o ex-coach.

O desentendimento reflete as tensões internas entre aliados políticos e religiosos, ampliando a discussão sobre o papel e as intenções de figuras públicas em eventos políticos e suas repercussões nas redes sociais.

Receba as principais notícias do Brasil pelo WhatsApp. Clique aqui para entrar na lista VIP do WK Notícias. 

*Com informações Metrópoles

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro
Política Há 1 mês Em Brasil

Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro

A manutenção da prisão preventiva de Jair Bolsonaro expôs um movimento preocupante: a substituição de fatos por suposições como base para decisões judiciais. Mesmo após esclarecer tecnicamente a questão da tornozeleira e negar qualquer intenção de fuga, a audiência de custódia tratou cenários hipotéticos como verdades consolidadas. O resultado é uma medida extrema sustentada mais pelo ambiente político e midiático do que por elementos concretos.
A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro
Política Há 1 mês Em Brasil

A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro

Enquanto manchetes repetem uma versão simplificada, os documentos, a cronologia e o silêncio sobre relações sensíveis revelam que a tornozeleira pode ter sido apenas o álibi conveniente para uma decisão já tomada.
O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?
Política Há 1 mês Em Brasil

O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?

Enquanto o debate nacional se concentra na tornozeleira de Bolsonaro, relações profissionais sensíveis entre parentes do ministro do STF e um grande banqueiro seguem intocadas. É apenas coincidência — ou parte de uma cortina de fumaça muito conveniente?
 Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.
BANCO MASTER Há 1 mês Em Brasil

Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.

Após a prisão do controlador do Banco Master e a liquidação da instituição pelo Banco Central, veio à tona que o ex-presidente Michel Temer foi contratado pelo banco para tentar negociar uma solução com o BC. O escândalo levou ao afastamento da cúpula do BRB, alimentou pedidos de CPI e pode ampliar o desgaste político para Celina Leão e Ibaneis Rocha no DF.