Sexta, 02 de Janeiro de 2026

Trabalho em feriados e domingos passa a exigir negociação coletiva no comércio

Nova regra do MTE entra em vigor em 1º de julho com foco na proteção dos trabalhadores

13/03/2025 às 10h34
Por: Tatiana Lemes
Compartilhe:
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Portaria nº 3.665/2023, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), publicada em dezembro de 2024, introduz novas regras para o trabalho em feriados e domingos no comércio e em serviços. A partir de 1º de julho deste ano, as empresas só poderão operar nessas datas se houver negociação coletiva com os sindicatos dos trabalhadores.

A principal mudança é a exigência de acordos coletivos para regulamentar o trabalho nessas ocasiões. Esses acordos devem definir compensações, como pagamento adicional ou folgas, além de estabelecer condições de descanso e outros benefícios relevantes. A medida visa garantir a proteção dos direitos dos trabalhadores e criar um equilíbrio entre as necessidades empresariais e a qualidade de vida dos empregados.

A portaria também reforça a importância do diálogo entre empregadores e sindicatos, promovendo soluções personalizadas para cada setor. Empresas que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitas a penalidades rigorosas.

Com essa regulamentação, o MTE busca um ambiente de trabalho mais justo e harmonioso, incentivando o uso de negociações coletivas como ferramenta para resolver questões trabalhistas de forma eficiente e adaptada às realidades locais.

Receba as principais notícias do Brasil pelo WhatsApp. Clique aqui para entrar na lista VIP do WK Notícias. 

*Com informações Metrópoles

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro
Política Há 1 mês Em Brasil

Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro

A manutenção da prisão preventiva de Jair Bolsonaro expôs um movimento preocupante: a substituição de fatos por suposições como base para decisões judiciais. Mesmo após esclarecer tecnicamente a questão da tornozeleira e negar qualquer intenção de fuga, a audiência de custódia tratou cenários hipotéticos como verdades consolidadas. O resultado é uma medida extrema sustentada mais pelo ambiente político e midiático do que por elementos concretos.
A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro
Política Há 1 mês Em Brasil

A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro

Enquanto manchetes repetem uma versão simplificada, os documentos, a cronologia e o silêncio sobre relações sensíveis revelam que a tornozeleira pode ter sido apenas o álibi conveniente para uma decisão já tomada.
O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?
Política Há 1 mês Em Brasil

O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?

Enquanto o debate nacional se concentra na tornozeleira de Bolsonaro, relações profissionais sensíveis entre parentes do ministro do STF e um grande banqueiro seguem intocadas. É apenas coincidência — ou parte de uma cortina de fumaça muito conveniente?
 Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.
BANCO MASTER Há 1 mês Em Brasil

Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.

Após a prisão do controlador do Banco Master e a liquidação da instituição pelo Banco Central, veio à tona que o ex-presidente Michel Temer foi contratado pelo banco para tentar negociar uma solução com o BC. O escândalo levou ao afastamento da cúpula do BRB, alimentou pedidos de CPI e pode ampliar o desgaste político para Celina Leão e Ibaneis Rocha no DF.