Quinta, 01 de Janeiro de 2026

Após sanção de Trump, Lula se une ao STF e transforma jantar em ato de resistência contra bolsonarismo e EUA

Moraes desafia ameaças e Gilmar promete reação no plenário: “Não aceitaremos intimidação”

01/08/2025 às 10h09
Por: Tatiana Lemes
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Em meio à tensão internacional provocada pela nova sanção do governo Donald Trump ao ministro Alexandre de Moraes, o presidente Lula promoveu um jantar no Palácio da Alvorada, na quinta-feira (31), como gesto simbólico de apoio ao magistrado e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O evento reuniu pesos-pesados da Corte, como o presidente do STF, Luís Roberto Barroso; o decano Gilmar Mendes; Cristiano Zanin; Flávio Dino; e Edson Fachin, futuro presidente da Corte. Também participaram o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ministros do governo Lula, como Jorge Messias (AGU) e Ricardo Lewandowski (Justiça).

Segundo relatos, Moraes adotou tom sereno, mas mandou um recado claro aos críticos: “Não deixarei de ser juiz e de fazer meu trabalho em razão de qualquer ameaça.” A fala foi interpretada como resposta direta tanto ao ex-presidente Trump quanto a bolsonaristas que contestam suas decisões.

Gilmar Mendes antecipou que fará um discurso em defesa de Moraes e do STF na reabertura dos trabalhos da Corte, nesta sexta-feira (1º). A sinalização é de que o tribunal vai reforçar institucionalmente a posição de que não aceitará intimidações, internas ou externas.

Com o jantar, Lula se alinha publicamente à cúpula do Judiciário no embate político que ganhou contornos internacionais.

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*Com informações Metrópoles

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