O massacre ocorrido em Minneapolis, nos Estados Unidos, escancara um problema que a mídia insiste em ignorar: a violência contra cristãos e a seletividade na cobertura jornalística. Na quarta-feira (27), Robin Westman, uma mulher trans de 23 anos, atacou uma escola católica durante uma missa de início de ano letivo, matando duas crianças, de 8 e 10 anos, e ferindo outras 14.
Westman, que carregava três armas e deixou um manifesto perturbador, era aberta em seu ódio: antissemita, hostil a Donald Trump e aos católicos, ela planejou meticulosamente o ataque, mostrando mapas da escola, desenhos de armas e declarações explícitas de violência contra a fé cristã. Em seus vídeos, afirmava: “Mal posso esperar para matar, matar, matar…”, enquanto associava armas à bandeira LGBT e simbolismos satânicos.
Mesmo diante desse cenário, a grande mídia preferiu ignorar o perfil da autora e o alvo religioso do atentado. O jornal O Globo, por exemplo, não mencionou que se tratava de uma pessoa trans nem destacou o ódio direcionado aos cristãos. Basta imaginar a repercussão se o agressor fosse um conservador cristão atacando pessoas LGBT: seria imediatamente rotulado como criminoso de ódio, com destaque para cada detalhe de sua identidade e convicções.
Enquanto crimes contra minorias recebem cobertura intensa e classificação automática como “crime de ódio”, ataques contra cristãos são frequentemente minimizados ou tratados como estatísticas genéricas. A narrativa oficial desloca a culpa para armas ou para fatores sociais, ignorando a motivação religiosa do agressor e a ameaça real à liberdade de culto.
O caso de Minneapolis não é isolado. Relatórios indicam que ataques a igrejas nos EUA aumentaram 730% nos últimos anos, expondo um padrão de violência crescente contra cristãos, que continua sendo subnoticiado e subestimado pelas autoridades e pela imprensa. A seletividade na cobertura midiática cria uma falsa impressão de segurança, enquanto comunidades religiosas permanecem vulneráveis.
É urgente que se reconheça a gravidade da ameaça: crimes motivados por ódio religioso não podem ser varridos para baixo do tapete. Ignorar o alvo real é permitir que a impunidade continue, deixando crianças, escolas e fiéis à mercê de assassinos ideologicamente motivados. A sociedade precisa enfrentar a verdade: a fé cristã está sob ataque e a omissão custa vidas inocentes.
As autoridades devem agir com rigor e imparcialidade, tratando crimes de ódio contra cristãos com a mesma seriedade que crimes contra outras minorias. A imprensa precisa abandonar narrativas ideológicas e noticiar os fatos integralmente, sem proteger ou ocultar perfis de agressão. Sem ação concreta e visibilidade, ataques como o de Minneapolis continuarão a se repetir, e o preço será pago por inocentes que apenas buscam exercer sua fé em segurança.
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