Quinta, 01 de Janeiro de 2026

Silêncio da Mídia: Crianças católicas mortas e o crime de ódio contra cristãos que ninguém vê

Atiradora trans ataca escola católica em Minneapolis, mata duas crianças e fere 14; perfil do agressor é ignorado pela grande imprensa enquanto o ódio contra cristãos cresce

30/08/2025 às 09h30
Por: Tatiana Lemes
Compartilhe:
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O massacre ocorrido em Minneapolis, nos Estados Unidos, escancara um problema que a mídia insiste em ignorar: a violência contra cristãos e a seletividade na cobertura jornalística. Na quarta-feira (27), Robin Westman, uma mulher trans de 23 anos, atacou uma escola católica durante uma missa de início de ano letivo, matando duas crianças, de 8 e 10 anos, e ferindo outras 14.

Westman, que carregava três armas e deixou um manifesto perturbador, era aberta em seu ódio: antissemita, hostil a Donald Trump e aos católicos, ela planejou meticulosamente o ataque, mostrando mapas da escola, desenhos de armas e declarações explícitas de violência contra a fé cristã. Em seus vídeos, afirmava: “Mal posso esperar para matar, matar, matar…”, enquanto associava armas à bandeira LGBT e simbolismos satânicos.

Mesmo diante desse cenário, a grande mídia preferiu ignorar o perfil da autora e o alvo religioso do atentado. O jornal O Globo, por exemplo, não mencionou que se tratava de uma pessoa trans nem destacou o ódio direcionado aos cristãos. Basta imaginar a repercussão se o agressor fosse um conservador cristão atacando pessoas LGBT: seria imediatamente rotulado como criminoso de ódio, com destaque para cada detalhe de sua identidade e convicções.

Enquanto crimes contra minorias recebem cobertura intensa e classificação automática como “crime de ódio”, ataques contra cristãos são frequentemente minimizados ou tratados como estatísticas genéricas. A narrativa oficial desloca a culpa para armas ou para fatores sociais, ignorando a motivação religiosa do agressor e a ameaça real à liberdade de culto.

O caso de Minneapolis não é isolado. Relatórios indicam que ataques a igrejas nos EUA aumentaram 730% nos últimos anos, expondo um padrão de violência crescente contra cristãos, que continua sendo subnoticiado e subestimado pelas autoridades e pela imprensa. A seletividade na cobertura midiática cria uma falsa impressão de segurança, enquanto comunidades religiosas permanecem vulneráveis.

É urgente que se reconheça a gravidade da ameaça: crimes motivados por ódio religioso não podem ser varridos para baixo do tapete. Ignorar o alvo real é permitir que a impunidade continue, deixando crianças, escolas e fiéis à mercê de assassinos ideologicamente motivados. A sociedade precisa enfrentar a verdade: a fé cristã está sob ataque e a omissão custa vidas inocentes.

As autoridades devem agir com rigor e imparcialidade, tratando crimes de ódio contra cristãos com a mesma seriedade que crimes contra outras minorias. A imprensa precisa abandonar narrativas ideológicas e noticiar os fatos integralmente, sem proteger ou ocultar perfis de agressão. Sem ação concreta e visibilidade, ataques como o de Minneapolis continuarão a se repetir, e o preço será pago por inocentes que apenas buscam exercer sua fé em segurança.

Receba as principais notícias do Brasil pelo WhatsApp. Clique aqui para entrar na lista VIP do WK Notícias. 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro
Política Há 1 mês Em Brasil

Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro

A manutenção da prisão preventiva de Jair Bolsonaro expôs um movimento preocupante: a substituição de fatos por suposições como base para decisões judiciais. Mesmo após esclarecer tecnicamente a questão da tornozeleira e negar qualquer intenção de fuga, a audiência de custódia tratou cenários hipotéticos como verdades consolidadas. O resultado é uma medida extrema sustentada mais pelo ambiente político e midiático do que por elementos concretos.
A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro
Política Há 1 mês Em Brasil

A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro

Enquanto manchetes repetem uma versão simplificada, os documentos, a cronologia e o silêncio sobre relações sensíveis revelam que a tornozeleira pode ter sido apenas o álibi conveniente para uma decisão já tomada.
O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?
Política Há 1 mês Em Brasil

O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?

Enquanto o debate nacional se concentra na tornozeleira de Bolsonaro, relações profissionais sensíveis entre parentes do ministro do STF e um grande banqueiro seguem intocadas. É apenas coincidência — ou parte de uma cortina de fumaça muito conveniente?
 Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.
BANCO MASTER Há 1 mês Em Brasil

Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.

Após a prisão do controlador do Banco Master e a liquidação da instituição pelo Banco Central, veio à tona que o ex-presidente Michel Temer foi contratado pelo banco para tentar negociar uma solução com o BC. O escândalo levou ao afastamento da cúpula do BRB, alimentou pedidos de CPI e pode ampliar o desgaste político para Celina Leão e Ibaneis Rocha no DF.