Terça, 26 de Maio de 2026
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Riedel segura números da LDO e promete orçamento “com pé no chão” para 2027 em MS

Governador finaliza ajustes antes de enviar proposta à Assembleia e diz que cautela será prioridade diante das pressões sobre as contas públicas

26/05/2026 às 15h00
Por: Tatiana Lemes
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, confirmou que a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2027 já passou por análise do Executivo estadual e deve ser encaminhada ainda nesta semana para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

A definição ocorreu após reuniões entre o governador e a equipe da Secretaria de Fazenda, que trabalha nos ajustes finais do texto antes do envio oficial ao Legislativo estadual.

Mesmo com a proposta praticamente concluída, o governo decidiu não antecipar os valores previstos para o orçamento de 2027. A gestão estadual adotou uma linha conservadora na projeção de receitas e despesas, diante das incertezas econômicas e da pressão crescente sobre as contas públicas.

A estratégia do Executivo é manter equilíbrio fiscal e evitar projeções acima da capacidade real de arrecadação do Estado. O governo também busca preservar margem financeira para investimentos prioritários ao longo do próximo ano.

A LDO é uma das principais peças do planejamento financeiro estadual, pois estabelece metas, prioridades e diretrizes que servirão de base para a elaboração do orçamento de 2027.

Após chegar à Assembleia Legislativa, o texto começará a tramitar nas comissões parlamentares e poderá receber emendas dos deputados estaduais. Tradicionalmente, os parlamentares tentam ampliar recursos destinados a áreas como saúde, educação, infraestrutura, segurança pública, cultura e assistência social.

A expectativa é que o debate sobre o orçamento ganhe força nas próximas semanas, principalmente diante das demandas crescentes por investimentos em serviços públicos e obras estruturantes em Mato Grosso do Sul.

O governo estadual sinaliza que a proposta seguirá uma linha de responsabilidade fiscal e controle das despesas, mantendo o discurso de cautela financeira adotado pela atual gestão.

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