Sábado, 28 de Fevereiro de 2026
Publicidade

Multidão invade a Paulista pela defesa da democracia

A manifestação terá um esquema de segurança reforçado, com cerca de 2 mil policiais militares escalados e o apoio de drones, câmeras fixas e móveis

25/02/2024 às 12h14 Atualizada em 25/02/2024 às 13h50
Por: Tatiana Lemes
Compartilhe:
Foto: Tauany Cattan
Foto: Tauany Cattan

Uma grande multidão já toma conta da Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (25) para participar do ato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em vídeos que circulam nas redes sociais, é possível ver um grande número de pessoas próximo ao Museu de Arte de São Paulo (Masp).

O advogado e ex-secretário de Comunicação do ex-presidente, Fabio Wajngarten, disse que são esperadas mais de 700 mil pessoas no ato convocado para este domingo. Entre os participantes do evento, estão confirmados ao menos quatro governadores e mais de 100 congressistas.

A manifestação terá um esquema de segurança reforçado, com cerca de 2 mil policiais militares escalados e o apoio de drones, câmeras fixas e móveis. Além de equipes do comando de policiamento do Centro, a operação terá agentes da força tática, tropa de choque, cavalaria, comando de aviação, entre outros destacamentos.

O ato busca defender Bolsonaro, que vem sofrendo uma devassa do Judiciário, e o Estado Democrático de Direito e é organizado pelo pastor Silas Malafaia. O evento terá dois trios elétricos e custo estimado entre R$ 90 mil e R$ 100 mil. A expectativa dos organizadores é que de 10 a 15 autoridades discursem no evento, que será aberto com uma oração da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.Receba as principais notícias do Brasil pelo WhatsApp. Clique aqui para entrar na lista VIP do WK Notícias. 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Lucyane Há 2 anos Indaiatuba -sp Deus salve a nossa pátria.
Mostrar mais comentários
Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro
Política Há 3 meses Em Brasil

Quando a Justiça abandona os fatos: audiência de custódia transforma hipóteses em provas contra Bolsonaro

A manutenção da prisão preventiva de Jair Bolsonaro expôs um movimento preocupante: a substituição de fatos por suposições como base para decisões judiciais. Mesmo após esclarecer tecnicamente a questão da tornozeleira e negar qualquer intenção de fuga, a audiência de custódia tratou cenários hipotéticos como verdades consolidadas. O resultado é uma medida extrema sustentada mais pelo ambiente político e midiático do que por elementos concretos.
A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro
Política Há 3 meses Em Brasil

A Cortina de Fumaça da Tornozeleira: o enredo oculto por trás da prisão de Bolsonaro

Enquanto manchetes repetem uma versão simplificada, os documentos, a cronologia e o silêncio sobre relações sensíveis revelam que a tornozeleira pode ter sido apenas o álibi conveniente para uma decisão já tomada.
O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?
Política Há 3 meses Em Brasil

O silêncio ensurdecedor sobre o Banco Master: por que ninguém pergunta sobre a ligação com a família de Alexandre de Moraes?

Enquanto o debate nacional se concentra na tornozeleira de Bolsonaro, relações profissionais sensíveis entre parentes do ministro do STF e um grande banqueiro seguem intocadas. É apenas coincidência — ou parte de uma cortina de fumaça muito conveniente?
 Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.
BANCO MASTER Há 3 meses Em Brasil

Crise BRB–Banco Master se agrava: liquidação, afastamentos e a missão de Temer expondo fragilidade política para Celina e Ibaneis.

Após a prisão do controlador do Banco Master e a liquidação da instituição pelo Banco Central, veio à tona que o ex-presidente Michel Temer foi contratado pelo banco para tentar negociar uma solução com o BC. O escândalo levou ao afastamento da cúpula do BRB, alimentou pedidos de CPI e pode ampliar o desgaste político para Celina Leão e Ibaneis Rocha no DF.