Quinta, 05 de Março de 2026
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PP não desiste da presidência da Câmara de Campo Grande e busca aliança com PSDB

O Partido tenta reverter a marcha e reiniciar por reconfiguração da mesa diretora; disputa pela presidência continua acirrada

09/12/2024 às 10h26
Por: Tatiana Lemes
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Foto: Reprodução
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O Partido Progressista (PP) de Campo Grande segue firme na disputa pela presidência da Câmara Municipal, apesar de estar em desvantagem frente à chapa adversária liderada por Papy (PSDB) e Carlão (PSB). Em uma reunião com os vereadores, a prefeita Adriane Lopes (PP) reafirmou que não vai reverter a eleição e agora busca o apoio de lideranças do PSDB para tentar reverter a situação.

Ciente da força do bloco liderado por Papy e Carlão, que já conta com a adesão de 21 vereadores, o PP aposta na intervenção de figuras influentes, como o presidente estadual do PSDB, Reinaldo Azambuja, e o governador Eduardo Riedel (PSDB), para tentar mudar o rumo da disputa. A principal reclamação do PP é a exclusão dos principais cargos da mesa diretora, pois a chapa rival já montou uma estrutura com Papy na presidência, Carlão como primeiro secretário e André Salineiro (PL) como vice.

A estratégia do PP envolve uma reconfiguração da chapa para garantir a ocupação de cargas estratégicas, especialmente o segundo mais importante, que atualmente está nas mãos de Carlão. No entanto, a situação é complicada, pois Carlão, que possui forte apoio entre os vereadores, já declarou o seu compromisso com Papy e se mostra irredutível.

Apesar da resistência de Carlão, o PP tentará convencer lideranças tucanas a formar uma aliança para quebrar o bloco de apoio à chapa de Papy e Carlão. O grupo do PP, que inclui quatro vereadores da legenda e dois do Avante, ainda conta com o apoio incerto de Junior Coringa (MDB) e Marquinhos Trad (PDT), que ainda não declararam apoio a nenhuma das chapas.

Enquanto isso, a composição da chapa adversária é robusta, contando com apoio do PSDB (5 vereadores), PT, PL e União Brasil (3 cada), Podemos e Republicanos (2 cada), PSD (1) e Dr. ). A disputa promete ser acirrada e pode resultar em uma reconfiguração das alianças políticas na Câmara Municipal de Campo Grande.

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*Com informações Investiga MS

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