Sábado, 28 de Fevereiro de 2026
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Moraes vota para condenar mais seis réus a penas de 14 a 17 anos

O julgamento começou nesta sexta-feira (27) no plenário virtual do STF

27/10/2023 às 08h11
Por: Tatiana Lemes
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Foto: Reprodução
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O ministro Alexandre de Moraes, relator do STF (Supremo Tribunal Federal), dos processos que envolvem os atos do 8 de janeiro, votou para condenar mais seis réus a penas de 14 a 17 anos de prisão.

 

As ações serão analisadas no plenário virtual até 7 de novembro. No julgamento virtual, não há discussão. Os ministros votam por meio do sistema eletrônico do STF. Se há um pedido de vista, o julgamento é suspenso. Já quando ocorre um pedido de destaque, a decisão é levada ao plenário físico da Corte.

 

Em seu voto, o relator ressaltou ainda a necessidade do pagamento de R$ 30 milhões pelos réus e citou o “prejuízo material resultante dos atos criminosos” em R$ 25 milhões, sem contar “danos inestimáveis ao patrimônio histórico e cultural”.

 

Os seis réus, presos durante os ataques aos prédios da praça dos Três Poderes, foram acusados pela PGR dos seguintes crimes: abolição violenta do Estado democrático de Direito; golpe de Estado; associação criminosa armada; dano qualificado; e deterioração de patrimônio tombado.

 

Quem são os réus e as penas

Fabricio de Moura Gomes, 46 anos, empresário e mora em Ilha Bela (SP) e pena de 17 anos.
Eduardo Zeferino Englert, 42 anos, empresário, mora em Santa Maria (RS): 17 anos.
Rosana Maciel Gomes, 50 anos, dona de casa, moradora de Goiânia (GO): 14 anos
Osmar Hilebrand, 62 anos, morador de Monte Carmelo (MG): 14 anos
Jorginho Cardoso de Azevedo, 62 anos empresário, morador do São Miguem do Iguaçu (PR): 17 anos
Moises dos Anjos, 61 anos, é marceneiro e morador do Leme (SP): 17 anos

 

Carro diplomático do Brasil é detido na Turquia com mais de 50 kg de cocaína

Um carro oficial da embaixada brasileira em Sófia, na Bulgária, foi detido na fronteira com a Turquia com quase 55 Kg de cocaína. A informação foi divulgada pelo jornal búlgaro “24 Chasa”.

De acordo com o jornal, o carro teria entrado na Turquia pelo posto de controle de Kapıkule, na região noroeste do país de Recep Tayyip Erdoğan, após vir de uma vila no sul da Bulgária.

A cocaína teria sido escondida em diferentes partes do veículo, segundo o jornal búlgaro, e o motorista e outra pessoa teriam sido detidas na Turquia por tráfico de drogas.

Em nota, a embaixada brasileira na Bulgária afirmou que identificou a falta de um carro oficial e notificou as autoridades búlgaras.

“Com referência às notícias recentes circuladas em meios de comunicação búlgaros e turcos relativas à apreensão de veículo diplomático na fronteira entre a Bulgária e a Turquia, a Embaixada informa que comunicou às autoridades búlgaras apropriadas a falta de um de seus veículos oficiais, retirado das dependências da embaixada sem autorização”, diz o comunicado brasileiro.

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*Com informações Metrópoles

 

 

 

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